TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ESQUIZOTÍPICA entenda o que é

Transtorno de Personalidade Esquizotípica


Distúrbio que produz indivíduos excêntricos e estranhos, de crenças bizarras, com experiências ilusórias, incluindo pensamentos e discursos extravagantes. Os complexos destes pacientes desenvolvem-se sobre teorias da conspiração ou poderes sobrenaturais.
Identificado como transtorno de personalidade, o problema tem ligações com a esquizofrenia. As crenças delirantes e paranoicas dependem muito do ambiente e precisam ser analisadas dentro do contexto sociocultural do indivíduo. O comportamento deve ser tratado como doença quando deixa de ser socialmente compartilhado, implicando em prejuízo físico ou psicológico ao paciente ou ao seu círculo de relações por um período maior do que dois anos. Quem sofre deste transtorno, geralmente tem histórico de esquizofrenia em parentes de primeiro grau.
Outros sintomas de personalidade esquizotípica são: falta de amigos e muita ansiedade no convívio social, além de interpretações incorretas de incidentes casuais e acontecimentos externos. Ou seja, os pacientes acreditam que todos os seus atos tem efeito direto em fatos aleatórios, como se alguma habilidade mágica os permitisse interferir nos eventos.


Sem tratamento o transtorno pode evoluir para esquizofrenia. Para aliviar o conflito mental é preciso criar um ambiente acolhedor, no qual o paciente sinta-se a vontade para falar de seus problemas, lembrando que a fobia social é um dos sintomas. Nesse quesito, um treinamento para facilitar as relações sociais pode ser benéfico.
O tratamento como um todo deve ser voltado não a eliminar a crença sobrenatural, e sim em minimizar a violência, o prejuízo e o sofrimento relacionados às ideias delirantes. Para aliviar os pensamentos ilusórios o paciente pode ser desafiado a questioná-los, buscando evidências sólidas que os comprove. Na teoria, ao não conseguir esta comprovação, o mundo imaginário tornaria-se menos perturbador.
Durante períodos estressantes em que ocorram alucinações e delírios constantes, antipsicóticos podem ser utilizados. Por outro lado, antidepressivos ajudariam a controlar a ansiedade, o desânimo e melhorar o humor, diminuindo a frequência de pensamentos desagradáveis.
http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/

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