O MENTALISMO ILUSIONISTA E EXISTENCIALISTA *Por Jackson Rangel Vieira

O MENTALISMO ILUSIONISTA E EXISTENCIALISTA

*Por Jackson Rangel Vieira

Os palestrantes mais ousados vem aplicando a técnica do mentalismo – a força da mente sobre a inércia da existência -, com objetivo de ajudar o receptor a um progresso de satisfação em todas as áreas do segmento humano.

As controvérsias sobre ramificações de métodos, desde à hipnose á manipulação da mente – fazer acreditar em algo falso – precisam ser descortinadas. O mentalismo tem objetivo de impelir a pessoa acreditar em si mesma na força da palavra para construir seu próprio destino. A sugestão precisa encontra abrigo no livre arbítrio e estar não dentro dos parâmetros motivacionais na sua pura essência.

O mentalismo ilusionista, de truques, mágica e habilidades nessa linhagem não cooperam e nem ajudam no individual e nem no coletivo, produzindo uma bolha emotiva efêmera de autossugestão não conclusiva, senão de euforia, como uma vertigem. Atacar o sistema nervoso para condicionar o comportamento está mais para lobotomia.

O mentalismo existencialista – as classificações é do autor do texto – que implica do interior para o exterior ( não do proponente para o receptor) favorece o aceitável de sua proposta em ajudar a pessoa a se compreender, sem discriminar intelecto e classe social.

Se o mentalista – aplicador ofertante de uma nova qualidade de vida – sintetizar sua experiência sem atingir o âmago do mentalizado, a fim de que este se torne proprietário da mesma arte e da conquista dessa ciência, que proveito há, senão a comercialização do conhecimento?

Exemplificando, pela conceituação deste neófito propositor, é possível, por exemplo , aprender que a vida é uma ciência exata. Basta somar os fatos existenciais e você obterá um resultado inequívoco. Plantou amor, vai colher amor! Plantou ódio. vai colher seu efeitos.

Com discernimento, aprendido, é possível decifrar alguém pelo seu vestuário, cor e textura, além dos gestos e as palavras emitidas, decodificando como se fosse uma linguagem criptografada exatamente a comunicação implícita e oferecer o remédio para possíveis barreiras, erradicar o negativismo.

O corpo fala e um mentalista se não conhecer essas rotinas primárias, ele mesmo precisa de ajuda. Exemplo: três pessoas estão em um banco de ônibus aguardando a chegada do transporte. Se a personagem do meio cruzar as pernas para o lado esquerdo, indica-se preferência empática inconsciente pelo personagem ao lado apontado. E assim sucessivamente, desde o balançar das pernas (ansiedade), passando pelo sorriso e formas de olhares.

O existencialismo sem ilusionismo é mais profícuo e sincero com o público. Pirotecnia para impressionar um segmento não produzirá efeito duradouro e definitivo sobre o desejo do sucesso do necessitado. Seria como entornar a fantasia condicional muito promovida por alguns gurus, oráculos e falsos mentalistas para algemarem, em vez de libertar para a vida e vida em abundância. As relações humanas deveriam ser democratizadas com o fim da pirâmide social e lutas de classe, prevalecendo a liberdade, igualdade e solidariedade. O mentalismo ajudaria nas construção dessa nova era comportamental.

*Jackson Rangel Vieira é jornalista e advogado

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